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Música muita música

19th. Apr, 2006 | 03:59 pm
mood: Talvez... Feliz
music: Toda

Para quem gosta de música e de capas como eu... encontrei um passatempo divertido... Por hoje parei na letra E, fora alguns sobressaltos de importãncia relevante nas minhas audições...

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Ponto da situação

22nd. Feb, 2006 | 11:31 pm
music: Clap your hands and say yeah....

Não sei o que seria de mim sem música...

Se adicionarmos as novas tecnologias e o "advento" mp3, temos uma mistura explosiva. Como dependente do meu Itunes que sou deu-me a curiosidade para fazer um pequeno "ponto de situação":


Total de músicas: 14750
Tempo total de músicas: 49:10:27:01
Espaço ocupado: 101.16 Gb
primeira: Dear Can - !!! (chk chk chk) - Louden up now
última: I used to love her - Common Sense


Artistas: 2271
primeiro: !!! (chk chk chk)
último: Zion Train


Álbuns: 2030
primeiro: ! Que pasa neng ¡
último: zulu lounge / chillout session

Música mais longa: Going Round (original mix) - Herbert and Dani Siciliano - kompakt köln präsentiert michael mayer - 00:29:07
Música mais curta: Virar o disco - M'as Foice - Umas Fitas dos Émasfoi-se K7s Perdidas - 00:00:07

Basicamente com tudo isto quem sofreu foi a colecção de cd's, que não têem rodade decentemente. Mas esses eu sei que estão sempre lá, e vale sempre a pena voltar a eles, por isso acho que está na hora de fazer uma pesquisa e ouvir coisas que já não ouço há algum tempo.

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Coisa nova.......

22nd. Feb, 2006 | 10:41 pm
mood: optimistic
music: Clap your hands and say yeah-The Skin Of My Yellow Country..

Música, mais música, muita música.......

Definitivamente é das coisas que me faz continuar, que me preenche os dias que me acompanha em todas as fases e em todas as horas. É ela que atira para cima quando estou feliz e que me consola quando estou triste. É impressionante, mas quando estou muito bem quase sempre consigo descobrir uma música que se encaixa naquilo que sinto.

Enquanto escrevo isto, ouço um álbum que sofreu o problema de tantos outros que recebo... Esqucimento. São tantos que alguns mal ouço, outros mesmo ficam em espera e mais tarde (muito mais tarde volto a eles). O que estou a ouvir neste momento é daqueles crimes que assumo por não lhe ter dado toda a atenção desde o primeiro momento que me chegou às mãos.

O álbum homónimo dos "Clap your hands and say Yeah".


Fantástico! Acho que posso confessar que foi paixão à primeira audição (eu sei que soa piroso). Mas já não sentia uma energia assim desde outro álbum muito bom do ano passado: "I am a bird now" dos "Antony and the Johnsons". Por detrás existe ainda uma referência maior, daquelas que se colam a nós, aquele segredo que todos nós temos, aquele cd que nos fez sentir "uma coisa diferente"... E para mim esse cd é "Ok computer" dos "Radiohead". São cd's que estão fora do seu tempo aqueles que me fizeram olhar para o lado e descobrir outras coisas...


Mas este á diferente, tem luz, traz vida, faz querer andar aos saltos, beijar todas as pessoas e dizer-lhes que gostamos delas que o mundo é lindo e todas essas piroseiras que se dizem nestas alturas.

Estou deveras feliz, descobri mais tesouro. Acho que sou um pouco puto nestas coisas, mas sabe tão bem descobrir estas coisas.


Estou feliz e isso é bom se pensar nos últimos tempos, e por isso mesmo vou esquece-los, vou ouvir este cd compulsivamente, até que um novo amor se instale

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Quando a inteligência se ali ao bom gosto

22nd. Feb, 2006 | 03:35 pm
mood: energetic
music: deceptacon, Le tigre

Pois é, quando for grande também quero desenhar coisas assim...

Para quem gosta de noticías, eis uma maneira diferente de estar a par:
http://www.marumushi.com/apps/newsmap/newsmap.cfm

Já agora, para quem gosta de páginas bem desenhadas, dê uma vista de olhos a:
http://www.marumushi.com

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Foi desta...

14th. Feb, 2006 | 03:38 pm
mood: disappointed
music: Dave Matthews Banda - Crash into me

Não tenho escrito muito aqui por estes lados.... Bem, para ser sincero nem por aqui nem por outro lado nenhum, mas deixe-mos isso para outros "futeboles".

Depois de um comversa de fim de semana com um amigo, relembrei-me da existência deste meu canto e despertou em mim a vontade de vir contribuir com qualquer coisa de novo...
Acho que me devo ter influenciado pela conversa e pelo tema deste meu colega (que desde já divulgo: o implicante do vicious_toy que deve estar na minha lista de friends por isso não deve ser difícil de lá chegar), o que é certo é que aqui reflectir sobre uma campanha que publicitária que me despertou do meu sono hoje de manhã.

Esta semana pensos higiénicos pingo doce em promoção...
Sinceramente... Será que fica alguma coisa por dizer... não sei mas realmente sinto-me "tocado" pela sensibilidade. E acho que sim, a publicidade em Portugal está de parabéns e que podemos esperar muitos prémios no estrangeiro, porque serão provavelmente os únicos que não captaram as nuances desta bela língua de Camões.

P.S.: Já agora... O aspecto gráfico anda a tentar dar uma pequena volta aqui por estes lados e por essa mesma razão vou experimentar algumas coisas novas e é possível que nos próximos dias a coisa ande um pouco estranha...

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Na terra de niguém...

1st. Jul, 2005 | 03:41 am
mood: Divertidamente analista descritivo enquanto conhecia uma Brasileira no messenger
music: Fado de uma rua qualquer - Jorge Cruz - Sede

Hitler era vegetariano... E provavelmente também não gostava de touradas...

Rui Zink


Isto não está fácil, neste momento resido na terra de ninguém. Recentemente um amigo meu colocou-me perante um dilema... Disse-me que eu não era ninguém. Bem, não foi assim tão dramático, quer dizer,disse que não tenho bem a certeza se sei as cores que defendo. Disse-me apenas que se calhar não pertenço bem à equipa política que por vezes defendo. Ou seja, sim sou culpado por defender posições (algumas delas talvez um pouco controversas)... Mas afinal sou eu que estou na terra de ninguém e já não sei o que digo nem aquilo que defendo ou o problema será mais grave? Isto no futebol é mais fácil, existe a 2ª circular e como na estrada pública não se podem realizar competições desportivas... (tanga, porque em Portugal, o carro tem a primazia, de aeródromos a campos da bola lá da freguesia, vale tudo), mas convenhamos que na liga maior do nosso país a 2ª circular é território desportivo virgem (fora algumas corridas a horas mais tardias) e nós ou estamos de um lado ou do outro... Já na política nacional, não nos podemos definir assim tão simplesmente. Deveríamos, mas para isso é necessária sofrer de doença clubística. Gostar da nossa equipa até quando ela faz asneiras. E sinceramente não acho que a política deva ser um desporto.

Mas acho que o problema não é meu... Acho que se sofre de falta de ideiais, ideologias e ideais, temo mesmo que por vezes nãõ se conheçam as história daquilo que se defende. Mas confesso a minha irritação maior, pelo incompetência crescente quanto mais à esquerda nos viramos. Irritam por não serem opcção, por serem demagogos, Por serem as vítimas e por acharem que depois de um charro o mundo vai parecer melhor. É fácil ser-se jovem e gostar da esquerda, fingir que nos preocupamos com o mundo estarmos no Avante porque vão lá estar o Mercado Negro e o concerto até deve ser fixe.

Por outro lado, a nossa direita mais direita, também não é grande opcção, é governada por tios e tias, agarrados a um plástico que se calhar já caducou, agarrados aos brasões das famílias que já não são e a criticar os emergentes por terem falta de chá. Insuportáveis pessidónios que temem aquilo em que se tornaram, penetras à procura de um casamento pelo status, e já agora algum dinheiro. Que mantêem uma pose prestes a desmoronar. Que se alimentam a tempos incertos nas festas do social, que são vazios na cabeça, ou pior do que isso, que cultivam a burrice por que sobressair é perigoso no nosso país (a não ser que seja na televisão, aí vale tudo, da figura mais triste ao comentário mais energúmeno).

Estou irritado, começo a soar ao pedantismo de um imigrante lá da França que apesar da nacionalidade Portuguesa, acha que 6 meses lá pela França, lhe dão crédito para comparar e se sentir em superioridade cá com os pequeninos da aldeia que nada sabem. Não pretendo estar a acima do meu país, numa posição divina. Não eu também cá estou e também pertençao ao sistema. Quer dizer, pertencia, até ao dia que em que me disseram que não sabia bem que cores defendiae... Então a culpa é do meu amigo que me deixou sem equipa e eu como queria jogar, passeí a árbito.

Conheço algumas pessoas que se estarão a rir a esta altura da leitura. Não pretendo justificar-me nem picar niguém, não me quero lamúriar nem pedir compaixão. Se calhar sou apenas mais um Português, que sobre tudo pensa que sabe algumas coisa, e como todo o bom Português profere o seu comentário viperino às instituições e ao poder instituido. Mas será que sou culpado?

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Quem não sabe....

27th. May, 2005 | 11:48 am
mood: rise up and shine

«Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples acto de respirar.

Somente a perserverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade!»

Pablo Neruda.

Banda Sonora para acompanhar: Star Guitar, Chemical Brothers (You should take what I take...)

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(no subject)

12th. May, 2005 | 12:24 pm
music: Perfect Speed





Uma tarde na esplanada.....

Nada de especial....... Estar com os amigos, trocar conversas pelo puro prazer da companhia......

Saborear mais uma cerveja, pedir um petisco a meio da tarde, sentir o ar e voltar para casa com a alma lavada e pronto para mais uma noite de arromba.......

Afinal de contas, as tardes são o estágio da noite....

Aquele lusco fusco de 5/7 minutos........

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(no subject)

4th. May, 2005 | 01:00 pm
music: The Cure: A Forest (Extended Mix)

E agora a pedido de muitas famílias...



ALIENS AT MY PLACE...

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esta merda é ridicula...

23rd. Mar, 2005 | 08:23 pm
mood: irritated

Um português da UGT, imigrante em França contra a abertura das fronteiras a trabalhadores de países em que o salário mínimo é inferior ao francês.

Peço desculpa, mas o gajo é ridículo ou a p... da memória é mesmo curta. Será que não se vê ao espelho e vê o seu passado.

Esta discussão tem contornos ilariantes, a defesa dos postos de trabalho é feita pelos imigrantes existetes no país... A hipocrisia atingiu limites insustentáveis...

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Gostava que comentassem...

10th. Mar, 2005 | 12:59 pm
music: Nega Gizza

Estou "banzado"...

Na página:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Figueiró_dos_Vinhos

Nesta reputada enciclopédia on-line encontra-se um artigo descritivo da minha terra natal, Figueiró dos Vinhos, coisa que me agradou imenso, porque nunca pensei ver um artigo sobre figueiró numa enciclopédia muito menos estrangeira e ainda por cima com tal nível de profundidade. Mas confesso que esta profundidade me assustou quando no fim do artigo cheguei à secção Compadrio. Aí pode ler-se:

"Certas forças vivas do concelho têm feito notar a presença permanente de membros da família Lopes no executivo camarário: Pedro Lopes é o vice-presidente. Carlos Lopes, irmão de Pedro Lopes, é secretário do presidente; Fernando Lopes, um outro irmão daquele, foi membro da Assembleia Municipal. Álvaro Lopes, pais dos acima referidos, foi vice-presidente da Câmara durante anteriores mandatos de Manata, enquanto Pedro Lopes ocupava a presidência da Junta de Freguesia.

Nas eleições autárquicas de 2001, Álvaro Lopes tentou trocar de posição com seu filho Pedro, e candidatou-se à presidência da Junta de Figueiró, enquanto Pedro Lopes o substitiu como vice-presidente. No entanto, enquanto Pedro foi eleito, Álvaro foi derrotado nas urnas por Amândio Manuel Ideias Mendes. A derrota foi interpretada pelos politólogos figueiroenses como um sinal de enfastiamento dos eleitores com aquela família."



Gostava que escrevessem o que é que este parágrafo vos transmite. Para lá da asneira dos politólogos figueiroenses que nem sequer vou comentar, qual é a intenção subliminar deste texto.

Tenho as minhas ideias, mas gostava de saber o que as outras pessoas pensam...

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As dores de barriga deviam deixar cicatrizes

10th. Mar, 2005 | 12:57 pm
mood: blah
music: A Long Walk (A Touch Of Jazz Mix)...Jazzanova L.O.V.E. Beats - Jill Scott - Jazzanova ...Mixing

É por isso que as dores de barriga deviam deixar cicatrizes


Era só para não nos esquecermos tão depressa das asneiras que fazemos. Que a história tem um construção cíclica já nós sabemos, agora que a nossa vida se assemelhe uma sucessão de asneiras com a regularidade do período é que me começa a parecer estupidamente absurdo.

É por isso que as dores de barriga deviam deixar cicatrizes.


Assim de cada vez que a asneira estivesse para acontecer olhávamos para a cicatriz e lembrávamo-nos da dor que ela nos tinha causado e não iamos querer repetir. É que esta coisa de confiar nas nossas memórias, é parecido com aquele aviso nos espelhos retrovisores dos carros:

O objecto mostrado, apresenta-se mais perto do que aparenta.

É como as nossas asneiras, parece que já foram à tanto tempo, e pensamos que já crescemos tanto depois disso e afinal... Asneira.

Estou a pensar em fazer uma tatuagem que diga: Não repitas, ainda não foi assim à tanto tempo.

Pode ser que funcione.

E é por isso que as dores de barriga deviam deixar cicatrizes.


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(no subject)

2nd. Mar, 2005 | 07:54 pm
music: Sitting, Waiting, Wishing - Jack Johnson - In between dreams

Sempre tantos degraus...



My brain is starting to melt...

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Sem comentários

25th. Feb, 2005 | 12:12 pm
mood: bitchy
music: 2+2=5 - Radiohead - Com Lag: 2+2=5



Adorava conseguir comentar esta fotografia. Mas já desisti. Existem coisas que devem ficar assim e cada um seguir para onde a sua mente o levar.

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Thin King...

21st. Feb, 2005 | 09:43 pm
mood: confused
music: Where the wild roses grow - Nick Cave and the Bad Seeds - Murder Ballads

I'm traveling.

By my sides,
Pieces of my life.


A life soundtrack.

Side One

The sun's warm,
make me believe
that life's
a place where I wanna be.


Side Two

Light's fading,
I know that you won't be on my bed tonight.
And suddenly, it's not dramatic.
Others will come to warm my nights.



I just have to chose
In who's direction
I wanna go.

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Pensando sobre projecto

19th. Feb, 2005 | 05:52 pm
music: Kanye West -The College Dropout - Spaceship



Por mais que não quisesse, é uma imagem que me assombra.

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Something's crossind my mind............ and it's not good......

19th. Feb, 2005 | 05:42 pm
music: Chico César - Aos Vivos - Mama África



Não sei......

Apetece-me............

À muito tempo, que tinha deixado de sentir que era necessário procurar. De que é realmente preciso fazer algo para que a nossa vida continue. De que por muito tentador que seja o euro milhões, o mínimo que podemos fazer, é jogar.

Que a vida não é fácil todos nos lamuríamos, mas será que tentamos MESMO, inverter as coisas? Ou será que terem pena de nós pode ser tão tentador que nos acomodamos?

Existe um provérbio àrabe que diz:

Quando se quer fazer alguma coisa, encontra-se sempre uma maneira
Quando não se quer encontram-se desculpas.

Eu sei, eu sei, a este momento chegámos à pura demagogia..........
Talvez...................

Mas realmente desconfio, que a determinada altura, a maior parte de nós, sabe que está vivo porque respira.

E se de repente um estranho chegasse ao pé de ti:
-E te dissesse que estás morto. Tu até acreditavas

Já sei, já sei, demagogia de novo.......
Não................ Sarcasmo...................
Daquele que dizemos na cara de alguns que ainda se riem porque não perceberam a piada.

Mas deixem-se de merdas.

Life's too cocky and funny to just let it go.

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